
O sector do turismo, mais concretamente do turismo residencial, é um dos principais responsáveis por esta pressão, disseminada por todo o país, mas incidindo principalmente sobre a orla costeira. Faro é um exemplo bastante significativo deste problema.
Não é apenas a tendência de localização destes projectos em zonas sensíveis que é preocupante. A não existência de legislação especifica que regule o imobiliário turístico leva à aprovação indiscriminada de projectos.
A costa encontra-se demasiado pressionada pela construção urbanística que leva a uma intensa erosão, colocando em risco pessoas e bens. A situação só tem tendência para piorar, já que com o passar do tempo, o mar vai ganhando espaço á terra.
Nestas zonas, altamente turísticas, como Faro, a ânsia pelo lucro leva a que nem os construtores, nem os responsáveis pela aprovação dos projectos municipais, excedam os limites do razoável no que toca á localização das suas construções.
Não é apenas a tendência de localização destes projectos em zonas sensíveis que é preocupante. A não existência de legislação especifica que regule o imobiliário turístico leva à aprovação indiscriminada de projectos.
A costa encontra-se demasiado pressionada pela construção urbanística que leva a uma intensa erosão, colocando em risco pessoas e bens. A situação só tem tendência para piorar, já que com o passar do tempo, o mar vai ganhando espaço á terra.
Nestas zonas, altamente turísticas, como Faro, a ânsia pelo lucro leva a que nem os construtores, nem os responsáveis pela aprovação dos projectos municipais, excedam os limites do razoável no que toca á localização das suas construções.
Medidas a nível nacional
O Secretário de Estado do Ordenamento do Território, João Ferrão afirmou a 31 de Março deste ano que « O nosso objectivo é que durante o ano de 2008 todos os Plano de Ordenamento da Orla Costeira estejam aprovados.(...)uma das medidas fundamentais para uma boa gestão da costa passa por interditar a sua ocupação a menos de 500 metros e condicionar fortemente a menos de dois mil, tal como já foi feito no Algarve.Esta interdição será introduzida em todos os POOC que estão em elaboração, para precaver o uso excessivo do litoral».
Medidas a nível regional
A Assembleia Municipal de Faro votou em Março a adesão da autarquia ao Programa Pólis. Com a adesão ao Polis, Faro receberá 10 milhões de euros de fundos comunitários para a reabilitação do Parque Ribeirinho (3,5 milhões de euros), reabilitação da Praia de Faro, criação de um parque de estacionamento no acesso à Praia de Faro e beneficiação da estrada e ponte (3,4 milhões de euros).A requalificação dos núcleos das ilhas da Culatra e Farol (2,4 milhões de euros), a dragagem de canais, o reforço do cordão dunar e a criação de um parque ambiental no Ludo (junto à Ria Formosa) são outros projectos que somam mais de 87 milhões de euros de investimento financeiro.